Pó de mico-leão

Novembro 27, 2007

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Ligado ao tráfico de drogas e armas, o mercado negro de animais silvestres gira 2,5 bilhões por ano. Na mira dos Abadias da selva, gente como o ambientalista fluminense Dener Giovanini - que é meu entrevistado na TRIP de novembro.

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Dener é fundador da ONG Renctas de proteção ao tráfico animal e vencedor do maior prêmio ambiental do mundo, o Unep Sasakawa concedido pela ONU

Aperitivo:

‘O tráfico é uma barbaridade que envolve gente pesada”, sentencia o ambientalista. “Fiz um documentário chamado O bicho dá, o bicho toma. A informação vazou e os traficantes ficaram preocupados com o que iria aparecer. A nossa produtora foi invadida. Tentaram roubar o filme; meus funcionários foram amarrados, pistolas na cabeça… Um dia antes do lançamento no Rio, levei a equipe para conhecer o Pão de Açúcar – dois caras apontaram armas na minha direção na frente dos turistas! Dentro do bondinho! Foi pânico geral. Na noite de estréia, a policia levou cães farejadores de bomba e 50 oficiais”, lembra Giovanini, revoltado.”

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