Pra lá do Haiti
Junho 30, 2009

Eu (na volta de um mergulho no mar do Caribe) e os amigos haitianos do batey
No mês passado me mandei para a República Dominicana em busca de haitianos que procuravam no país vizinho arrego para as condições miseráveis de vida que deixavam do outro lado da Ilha Hispaniola. Por lá, encontrei centenas dos afrancesados nas lida da cana de açucar, plantações de tabaco e construção civil. Fui ainda a um batey, comunidade onde moram haitianos ilegais, em condições precárias. Mais sobre a aventura, aqui. Abaixo, algumas fotos, antes de eu ter a máquina destruída por uma haitiana nervosa…e grande.




Blur no Glastonbury 09
Junho 30, 2009
Luminous Fungi
Junho 29, 2009
spfw – cara/crachá
Junho 29, 2009






















Chega de carão! spfw-09/10
Junho 27, 2009








MJ nos jornais
Junho 27, 2009









Sérgio Dias e o Tahiti Boy
Junho 25, 2009

O Mutante da guitarra Sérgio Dias anda cheio de novidades. Ele acaba de chegar de Paris onde gravou com a banda Tahiti Boy and the Palmtree family. O disco foi composto e gravado em 12 dias, e a química entre os integrantes foi tão boa, que o artista e o grupo estão conversando sobre a entrada de Sérgio na banda. Desse encontro foi feito até um documentário. Por enquanto a turnê de lançamento fica nos EUA, sem previsão de shows por aqui.
Quanto aos Mutantes, a banda fechou contrato com a Anti/ Epitaph Records (NASA e Tom Waits). O disco sai pela gravadora americana e conta com a participação de Mike Patton, Devendra Banhart, Tom Zé ( em mais de uma faixa), e Erasmo Carlos.
Confira aqui uma entrevista com Dave, do Tahiti Boy:
Como vocês conheceram o Sérgio?
É uma história engraçada. Eu estava em uma radio em Paris para promover o primeiro disco da banda. O jornalista que ia me entrevistar pediu que eu levasse alguns CDs de bandas que eu adorava para tocar durante a gravação. Eu levei o primeiro álbum dos Mutantes, que é um dos meus favoritos de todos os tempos e ele comentou que um amigo seu havia acabado de casar com a filha do Sérgio no Brasil. Então ele fez o contato entre nós. Começamos a nos falar por e-mail, depois por telefone algumas vezes. Deveríamos ter nos conhecido em Londres no último dezembro, mas não aconteceu. Então nos conhecemos quando ele chegou para gravar, há algumas semanas.
Como aconteceu a parceiria?
Tudo rolou com muita calma. Decidimos que deveríamos escrever um álbum juntos, e não apenas fazer com que ele trabalhasse na produção. Eu também sou produtor, e por isso não havia motivo para ele apenas montar o disco. O que eu sempre gostei nas músicas dos Mutantes eram as idéias, não apenas os sons. Então fomos para um pequeno studio em Paris e durante cinco dias escrevemos muito. Nos conectamos muito rapidamente. Poderia ter sido um desastre, mas o encontro fluiu com muita facilidade. Quando fomos gravar com a banda toda, poucos dias depois, as canções fizeram todo sentido.
Ele participa de quantas faixas?
Escrevemos 13 faixas, e todos nós tocamos em todas elas. Foi um trabalho de equipe de A a Z.
A banda toda sempre escutou Os Mutantes?
Sou um aficcionado. Algumas pessoas da banda não os conheciam tão bem, mas eu emprestei meu material e todos agora são alucinados pela banda. Mas a melhor parte desse trabalho é que nunca agimos como fãs com o Sergio. Durante o trabalho éramos iguais, e acho que ele gostou desse tratamento. Nós brigávamos com ele quando era necessário.
É verdade que existe a possibilidade dele entrar para a banda?
Eu aind anão sei, mas posso dizer que vamos fazer uma turnê juntos, e provavelmente gravar mais álbuns. Ainda não sabemos como esse projeto vai ser chamado. Tahiti Boy and Mutantes family ? Os Mutantes family tree ? Talvez nosso nome não deva nem estar na capa. ainda não sabemos porque estamos em pleno processo de produção.
Qual a melhor parte de tocar com ele?
São tantas coisas… Acho que te-lo por perto para discutir ideias o tempo todo era a melhor parte. Sair com ele, bater papo e escutar toda a experiência que ele já teve na vida, seus conselhos, sua energia… Ele é o melhor. E toca guitarra como um grande filho da puta.
Vocês não gostariam de conhecer o Arnaldo?
Claro que sim. Ficaria muito feliz em conhece-lo, embora sinta que não preciso. Sérgio tem energia que vale por duas pessoas.
Esse vai ser o segundo álbum da banda?
Nós temos apenas um álbum lançado ano passado na França, Alemanha e EUA, chamado “Good Children Go To Heaven”. Somos todos amigos e músicos, e foi natural fazer música em conjunto. Da mesma forma como aconteceu com o Sérgio. É um caminho natural. Esperamos tocar no Brasil com o Sérgio assim que possível e gravar outras coisas juntos.
‘Pearl’s Dream’- making of
Junho 25, 2009
Making of de ‘Pearl’s Dream’, single do Bat for Lashes
…
Junho 25, 2009
Bom dia com Priscilla Ahn:
Herchcovitch freak
Junho 24, 2009

Eu percebo quando uma coleção masculina foi realmente boa quando o desfile acaba e eu suspiro um “putz…queria ser homem só pra usar aquela calça…ou aquela gravata”. Nessa última edição da spfw foi assim a cada entrada dos modelos de Alexandre Herchcovitch, que pra mim, foi um dos grandes destaques da temporada. Ao som de uma trilha nervosa, os garotos de andar acelerado pareciam donos de mentes inquietas, quase sombrias. Com a promessa de ”Perverter e transformar peças clássicas”, Alexandre fez uma coleção irresistível, com uma alfaiataria impecável, que desconstruiu o smoking sem transformar as peças em fantasia, e conseguiu unir elegância e modernidade a um tom esportivo chic. Destaque para os paletós sequinhos de dois botões, para as charmosas gravatinhas borboleta coloridas e tricôs metalizados. E meu santo… O que foi aquele macacão smoking?









