Month: Novembro 2011

.Darryl Hannah não compra roupas.

A atriz em “Splash – Uma Sereia em Minha Vida” A atriz e ativista ambiental Daryl Hannah veio ao Brasil para participar do 2º Fórum Global de Sustentabilidade SWU. Linda, divertida e muito simpática, a estrela de filmes como “Blade Runner”, “Kill Bill” e “Splash – Uma Sereia em Minha Vida” bateu um papo comigo depois de sua palestra e contou sobre as três vezes em que foi presa, o modo como escolhe cosméticos e sobre não gastar nenhum dinheiro com roupas. Olha só: Protesto contra o petróleo Em “Blade Runner” Imagem da terceira vez em que foi presa

.Um papo com Bob Geldof.

Fui ali bater um papo com o Bob Geldof. Educado, simpático e de discurso firme, o cara (que já não tem mais essa cabeleira da foto) relembrou o momento inesquecível da gravação de “Do They Know It´s Christmas”, falou sobre o “Occupy Wall Street” e o poder do Brasil nas questões ambientais. Olha só:

.Florence in tha house.

Sim, sim, sim. A ruiva que a mulherada adora confirmou apresentação no Brasil no ano que vem. Florence + the Machine  toca no Summer Soul Festival em janeiro. Em passagem pelo programa de Jools Holland ela cantou “No Light, No Light” e “What The Water Gave Me”,  duas músicas do novo álbum “Ceremonials”.  

.KE11Y SLATER. – AGAIN

39 anos e 11 vezes campeão mundial. ONZE. Fenômeno do esporte, o surfista acaba de faturar -antecipadamente- mais um título mundial. Ontem, ele ganhou a penúltima etapa do World Tour, em São Francisco. Kelly venceu o australiano Daniel Ross e garantiu o caneco exatos um ano após a morte de seu grande rival, Andy Irons.  Manda prender, sério.

.Meus Capitães.

Tivemos um reencontro. Eu e os Capitães da Areia. Pedro Bala, Volta Seca, Professor, Gato, Boa-Vida, Sem-Pernas, João Grande e Dora. Que saudade eu estava de Dora… A publicação da capa acima era do meu pai. Ficava na segunda fila do armário de livros, escondidos pelas edições de medicina, daquelas enormes, com capa dura e letras douradas. Roçava as páginas em títulos cabreiros sobre tortura, socialismo, luta estudantil. Mas tinha aquele moço de terno branco na capa, uma menina de vestido vermelho, um barquinho, alguma coisa que não combinava com o resto (levou pouco tempo para descobrir que estava cercado de bons companheiros) . Meio que para salvar aqueles garotos, eu arranquei um livro dali pela primeira vez e nunca mais parei. Capitães da Areia não foi, nem de longe, o meu livro favorito, mas foi o livro que me fez gostar de ler. Aquele primeiro, que não constava em lista de material, que não ia cair na prova, que não precisava de resumo em folha de papel almaço, que eu passei os olhos sem reparar …