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Caos Irlandês

Fotógrafo e diretor irlandês, Ross McDonnell registrou durante três anos o cotidiano de um conjunto habitacional na periferia de Dublin. O lugar, famoso pela violência e tráfico de drogas, era uma espécie de favela vertical construida para abrigar famílias pobres durante uma “limpeza urbana” feita pelo governo.

Em que circunstância você começou a fotografar Ballymun?
A primeira vez que fui até lá era noite de Halloween. Os pagãos acreditavam que nesse dia, o nosso mundo e o mundo dos espíritos ficam mais próximos. Atualmente, é uma festa cheia de fogos de artifício e fantasias. Eu queria registrar isso de alguma maneira, e pensei nos prédios de Ballymun. Esse lugar tem a reputação de ser um pouco selvagem. Conheci alguns garotos da região, fiz fotos deles e voltei no dia seguinte para entregar as imagens. Assim começamos uma relação de confiança e pude fazer o trabalho.

Você teve algum problema durante esse trabalho?
Nunca tive problemas, eles até me chamavam por um apelido. Com o tempo pude conhece-los melhor isso facilitou o trabalho que construí ao longo de três anos. O lugar mudou, as pessoas ficaram mais velhas, mais sérias…

Qual a imagem mais marcante desse projeto?
Foi a fotografia do menino com os chifres diante do fogo. Essa é uma das minhas favoritas porque foi feita no dia do Halloween, no meu primeiro contato com eles. Acho que ela é o símbolo daquele lugar: cheio de caos e mistério. Algo que me atraiu durante anos nesse projeto.

Em que circunstância você começou a fotografar Ballymun?
A primeira vez que fui até lá era noite de Halloween. Na Irlanda, essa é uma tradicional festa pagã que marca o começo dos meses de inverno. Os pagãos acreditavam que nesse dia, o nosso mundo e o mundo dos espíritos ficam mais próximos. Atualmente, é uma festa cheia de fogos de artifício e fantasias. Eu queria registrar isso de alguma maneira, e pensei nos prédios de Ballymun. Esse lugar tem a reputação de ser um pouco selvagem. Conheci alguns garotos da região, fiz fotos deles e voltei no dia seguinte para entregar as imagens. Assim começamos uma relação de confiança e pude fazer o trabalho.

Você teve algum problema durante esse trabalho?
Nunca tive problemas, eles até me chamavam por um apelido. Com o tempo pude conhece-los melhor isso facilitou o trabalho que construí ao longo de três anos. O lugar mudou, as pessoas ficaram mais velhas, mais sérias…

Qual a imagem mais marcante desse projeto?
Foi a fotografia do menino com os chifres diante do fogo. Essa é uma das minhas favoritas porque foi feita no dia do Halloween, no meu primeiro contato com eles. Acho que ela é o símbolo daquele lugar: cheio de caos e mistério. Algo que me atraiu durante anos nesse projeto.

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