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.Barbara the BAD.

Carioca que não tem medo dos sentimentos intensos, Barbara Eugênia lança o disco “Journal de BAD”, troca o calor do Rio pelo horizonte agudo de São Paulo e sonha com o mercado internacional.

Foi difícil trocar o Rio por São Paulo?
Nunca fui muito de praia então essa troca nem foi difícil! Me adaptei muito bem aqui. Vim ver no que dava e deu certo! Mas sinto falta o verde, principalmente passar pela Lagoa.

Como começou a cantar? Sempre sonhou em ser cantora?
Foi tocando violão em casa com amigos e eles começaram a falar que eu podia cantar de verdade, mas nunca tinha cogitado realmente. Com o tempo a vida se encarregou, tudo entrou nos eixos e me trouxe aqui.

Quanto de autobiográfico existe nas suas letras desse disco?
Bastante.

Quais as participações especiais do disco e quando tempo levou a produção do álbum? Da composição ao lançamento.
O trabalho contou com muitas participações. Rian Batista, Edgard Scandurra, Guizado, Gil Duarte, Rica Amabis, Pupillo, Dengue, Otto, Marco Axé, Karina Buhr, Juliana R, Regis Damasceno, Beto Montag, Tatá Aeroplano e Tom Zé. O disco conta com composições de 2000, 2002, até antes. Algumas delas, só criei logo que comecei a fazer shows em SP e ao longo do período de gravação. O processo todo desde a gravação até os discos chegarem em casa durou mais ou menos 1 ano e pouquinho.

Qual a história sobre o nome do disco?
O nome vem de um email que escrevo para amigos com textos, às vezes poemas que gosto, videos. Como conto algumas aventuras e desventuras, resolvi botar Journal, que é diário em francês, e BAD é meu apelido pros amigos mais antigos. A foto da capa foi feita pelo Marcos Vilas Boas e a arte da Camile Sproesser e da Dani de Lamare.

Você tem algum termo para definir o seu som?
Isso é o pior… Costumo chamar de rock de vovó! Pode? (risos)

Se pudesse dividir o palco com alguém vivo ou morto, por uma noite, quem seria?
Thom Yorke do Radiohead, mas se pudesse ressucitar alguém seria o John Lennon.

Seu som é um tanto viceral. Sempre foi assim? Vc acha mais fácil ou mais complicado cantar esse turbilhão de sentimentos todos?
Não sei se é mais fácil ou mais complicado. É como eu sei fazer. Do jeito que sai, sai…
Às vezes é bem intenso mesmo, voc~e está certa, mas intenso é bom.

Algumas das faixas do disco são em inglês. Foi uma opção sonora ou existe aí o desejo de uma carreira internacional? |
Já morei nos Estados Unidos mais de uma vez desde que era neném. O inglês é meio que minha segunda língua. Vem naturalmente e, às vezes só consigo expressar uma determinada coisa em inglês, ou expressar melhor. Não é pensando em carreira internacional. Mas é claro que quero muito fazer shows fora do Brasil, não só em lugares de língua inglesa. Em tudo que é canto…Seria lindo!

O que não sai do seu iPod hoje?
J’aime tes genoux – Henri Salvador
Me cago en el amor – Tonino Carotone
Banda dos contentes – Erasmo Carlos
Funeral in my head – The Flaming Lips
Bad Girl – Devendra Banhart

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  1. Pingback: .3 songs. – Bárbara Eugênia « KA_KAOS

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